"..Mas gosto, gosto das pessoas. Não sei me comunicar com elas, mas gosto de vê-las, de estar ao seu lado, saber suas tristezas, suas esperas, suas vidas. Ás vezes me dá uma bruta raiva delas, de suas tristezas, sua mesquinhez. Depois penso que não tenho o direito de julgar ninguém, que cada um pode -e deve- ser o que é. Ninguém tem nada com isso! "
(C.F.Abreu em Limite Branco)
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